Qualidade de vida em corredores de aventura

RESUMO
O presente estudo teve como objetivo conhecer e avaliar a qualidade de vida dos praticantes de corrida de aventura do estado de Sergipe. Foram avaliados 17 sujeitos com média de idade média de 29 + 6,33 anos. Os dados foram coletados por meio dois questionários: CCEB – Critério de Classificação Econômica Brasil, questionário organizado pela ABEP objetivando a classificação do grupo conforme o nível socioeconômico; e o WHOQOL BREF, elaborado por Organização Mundial de Saúde (OMS), o qual contempla os domínios: físico, psicológico, social e meio ambiente. Os resultados indicaram que 100% da amostra avaliaram sua qualidade de vida como boa ou muito boa, e que 79% encontram-se satisfeitos ou muito satisfeitos com a saúde. Quanto aos escores do WHOQOL-BREF, o domínio físico apresentou escore mais alto 82,14 +11,71, enquanto o domínio psicológico apresentou escore mais baixo 68,62 + 8,48.

Palavras- chave: Qualidade de vida, WHOQOL-BREF, nível sócio econômico, corrida de aventura.

1 INTRODUÇÃO

As modalidades de aventura na natureza têm crescido muito nos últimos anos, e popularizam-se sob a forma de esportes de aventura  e ecoturismo. Enquanto o primeiro caracteriza-se por serem praticados tanto na forma de aventuras individuais quanto de maneira competitiva; o segundo vem sendo explorado por empreendimentos comerciais. (SPINK, 2005)
É interessante atentar que ambos utilizam a natureza como pano de fundo para suas atividades, porém no ecoturismo a segurança, equipamentos e conhecimentos específicos ficam a cargo dos instrutores que conduzem a atividade, e nos esportes de aventura esses fatores devem ser controlados pelos próprios praticantes (ZIMMERMAN, 2006).

Dentre os esportes de aventura, destaca-se a Corridas de Aventura (CA), modalidade que mescla, numa só competição, diversos esportes de aventura: mountain bike, canoagem, natação, treeking , orientação, técnicas verticais, entre outros. Segundo Ferreira (2003) CA é uma forma de competição em que participam equipes mistas, composta de atletas de ambos os sexos, dispostas a cumprir as regras para alcançar um objetivo em menor tempo possível, exigindo o máximo de resistências físicas e mentais.

Outro fator determinante nas CA’s é a navegação. Os atletas devem estar aptos a se orientarem em locais pouco explorados da natureza, apenas com o auxílio de bússolas e dos mapas topográficos fornecidos pela organização da corrida.  Nesses mapas estão destacados os  PC’s  e AT’s . As equipes devem escolher o caminho a ser seguido para atingir esses pontos, ou seja, o percurso da prova não é determinado cabendo a equipe optar pelo melhor trajeto.

A CA surgiu na Nova Zelândia nos anos 80 e rapidamente se espalhou para outros continentes como a América e Europa. No Brasil a primeira corrida aconteceu em 1998, idealizada pelo paulista Alexandre Freitas que após ter participado de uma prova na Nova Zelândia, voltou ao Brasil e realizou a Expedição Mata Atlântica (EMA) em que o conceito era unir esporte, aventura e preservação ambiental. (FERREIRA, 2003).

Inicialmente as CA’s envolviam mais de dez dias de duração, e distancias chegavam a 500 km, eram verdadeiros ralis humanos.   Com a popularização do esporte surgiram corridas com distancias menores entre 50 a 200 km, também foi alterada a formação das equipes que passou a permitir trios, duplas e a categoria solo, individual.

As corridas de aventura caracterizam-se por unir o forte componente físico mental e cognitivo, levando o indivíduo a testar ou mesmo redefinir os próprios limites. É necessário além de conhecimento técnico das diversas modalidades que compõe a corrida, um ótimo nível de treinamento físico para suportar longos períodos de exercício. Durante as corridas os praticantes ficam privados de sono, de uma boa alimentação, muitas vezes com hidratação inadequada, e ainda enfrentam condições adversas de clima e de relevo. A capacidade de suportar um intenso desgaste psicofísico e um bom planejamento é fundamental para um bom desempenho na prova.

Nesse sentido as corridas de aventura inauguram uma nova abordagem de competição esportiva, rompendo com os esportes tradicionais.  A formação de equipes mista, em que homens e mulheres competem na mesma categoria é uma das inovações desse esporte.

Para Ferreira (2003) o surgimento desse tipo de competição está relacionado com as transformações sociais que emergiram com maior intensidade a partir dos anos 80, rompendo com o paradigma racionalista da modernidade que apontava para um desenvolvimento linear e ilimitado para a condição humana.  Para esse autor vivemos um período em que a perda de valores e mudanças no estilo de vida da sociedade possibilita ressignificar alguns conceitos. Assim, o conceito de competitividade e natureza ganha diferentes formas e manifestações nas corridas de aventura.

Spink et al (2005) afirma que o trabalho em equipe, a resistência, o espírito de aventura, a compaixão e a consciência ecológica são os ingredientes principais das CA’s. Para Ferreira (2003) o compartilhar de novos sentimentos e emoções denota a possibilidade de transformações no que se refere a forma de relacionamento entre os indivíduos.

A consciência ecológica aliada à responsabilidade social são elementos marcantes nessas competições. O respeito à natureza e ao ser humano se faz presente através de ações ambientais e sociais que visam apoiar as comunidades locais e o meio ambiente. É comum durante a corrida uma tarefa em que seja realizada uma ação efetiva em apoio aos moradores da região onde acontece a prova.

Tahara e Schwartz (2003) apontam que as atividades de aventura na natureza podem levar a uma melhoria na qualidade de vida de seus praticantes, porém não foi encontrado nenhum estudo que associasse corrida de aventura e qualidade de vida, visto que muito tem se falado a respeito das mesmas, porém poucos são os estudos científicos que interrogam e investigam o esporte.
De acordo com Fleck (1999) o termo qualidade de vida tem sido utilizado na área médica, como sinônimo de “condições de saúde” e “funcionamento social”, estando centrado na percepção subjetiva dos pacientes sobre o estado de saúde e sua capacidade de viver plenamente.

Seidl e Zannon (2004) afirmam que buscando conceituar qualidade de vida devem-se considerar dois aspectos: subjetividade, relacionada com a percepção da pessoa sobre o seu estado de saúde e sobre os aspectos não-médicos do seu contexto de vida; e multidimensionalidade, referindo ao reconhecimento de que a qualidade de vida deve ser avaliada por diferentes dimensões. Nesse sentido o termo qualidade de vida é mais amplo e envolve diferentes dimensões como física, psicológica, social e ambiental; incluindo, porem não se limitando às condições de saúde.

O grupo Qualidade de vida da OMS definiu qualidade de vida como “a percepção do indivíduo de sua posição na vida, no contexto da cultura e sistema de valores nos quais ele vive e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações”. (ORLEY e KUYKEN, 1994)

Diante do exposto surgem alguns questionamentos como: será que a corrida de aventura pode interferir positivamente na qualidade de vida de seus praticantes?  Ou será que diante das adversidades de uma corrida somado ao estresse físico e mental pelo qual os corredores sofrem a percepção de qualidade de vida pode ser prejudicada?
Partindo destas colocações, o presente estudo tem como objetivo identificar a percepção de qualidade de vida dos praticantes de Corrida de Aventura do Estado de Sergipe.

2 METODOLOGIA

Este trabalho caracteriza-se como do tipo descritivo, porque objetiva conseguir informações e/ou conhecimentos acerca de um problema a partir da observação em campo (THOMAS; NELSON; SILVERMAN, 2007).

Para o levantamento das informações necessárias a efetivação do trabalho foi compelido um instrumento composto por dois questionários, a saber: CCEB – Critério de Classificação Econômica Brasil questionário organizado pela ABEP objetivando a classificação do grupo conforme o nível socioeconômico; e o WHOQOL BREF, questionário elaborado por Organização Mundial de Saúde (OMS) e validado no Brasil por Fleck et al (2000).

O WHOQOL BREF é a versão abreviada do WHOQOL 100, sendo composto por 26 questões, sendo 24 questões que representam os quatro domínios que compõem o instrumento original: Domínio físico, focalizando as seguintes facetas: dor e desconforto, energia e fadiga, sono e repouso, atividades da vida cotidiana, dependência de medicação ou de tratamentos, capacidade de trabalho; Domínio psicológico, cujas facetas são: sentimentos positivos, pensar, aprender, memória e concentração, auto-estima, imagem corporal e aparência, sentimentos negativos, espiritualidade, religiosidade e crenças pessoais; Domínio relações sociais, que inclui as facetas a seguir: relações pessoais, apoio social, atividade sexual; Domínio meio ambiente, abordando as facetas: segurança física e proteção, ambiente no lar, recursos financeiros, cuidados de saúde e sociais: disponibilidade e qualidade, oportunidades de adquirir novas informações e habilidades, participação em, e oportunidades de recreação/lazer, ambiente físico: poluição, ruído, trânsito, clima, transporte. (FLECK  et al, 2000)

Além dos quatro domínios, o instrumento apresenta mais duas questões: uma relacionada à auto-percepção da qualidade de vida e a outra se refere à satisfação com a saúde. Deve-se ressaltar que optamos por analisar separadamente a questão “3” do WHOQOL BREF, visando averiguar de que maneira o desgaste físico causados nas corridas poderia interferir na percepção da qualidade de vida de seus praticantes.

A população foi composta pelos participantes de uma Corrida de Aventura realizada em agosto de 2008 na região onde está localizado o Parque Estadual da Serra de Itabaiana em Sergipe. A prova de 55 km, envolvendo trekking, orientação, rapel, mountain bike e canoagem foi intitulada “Sergipe Adventure”.

Segundo a organização da prova a competição contou com o total de 136 inscritos, em duplas e quartetos de em equipes masculinas, femininas e mistas.  Participaram desse estudo 17 voluntários, (12,5% da população) e como fator de inclusão foi considerado com tempo de prática mínima de um ano.

O procedimento para obtenção e registro das informações seguiu os seguintes passos: 1.contato com a Organização da Sergipe Adventure informando o motivo da pesquisa e solicitando o contato dos competidores através de email e telefones; 2.contato com os competidores objetivando o preenchimento do questionário do estudo. Assim os participantes da pesquisa foram orientados a responder todas as questões optando sempre pela alternativa que mais se aproximasse de sua condição, opinião ou atitude; ser totalmente honesto em suas respostas; não escrever seu nome ou qualquer identificação pessoal.

Para a análise das informações levantadas, foram utilizados os elementos da estatística descritiva e as especificidades dos instrumentos utilizados no Estudo.

3 RESULTADOS

Os resultados apontaram que os participantes desse estudo (sendo 12 do sexo masculino e 5 do sexo feminino) possuem  média de idade de 29 + 6,33 anos.

O nível sócio econômico do grupo, avaliado através do CCBE que leva em consideração a escolaridade e a posse de itens, pode ser melhor visualizado na Figura 1.

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Em relação ao esporte que mais praticam, ou que praticam com maior freqüência foram observados mountain bike, treeking, corrida de rua, surf, natação ciclismo conforme Figura 2

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Os resultados da questão 1, relacionada à percepção de qualidade de vida pode ser observado na Figura 3.

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A questão 2, relacionada com a satisfação com a saúde pode ser observada na Figura 4.

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A questão 3 (Figura 5) do WHOQOL- BREF refere-se a o quanto a  dor física impede de realizar as atividades diárias

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dados do WHOQOL- BREF estão apresentados na Tabela 1. É importante destacar que o WHOQOL não prevê que se possa utilizar o escore global de qualidade de vida, assim, foi calculado separadamente o escore de cada domínio: físico, psicológico, social e meio ambiente. O valor mínimo de cada escore é zero, sendo 100 o valor máximo.

O escore de cada domínio é obtido numa escala positiva, isto é, quanto mais alto o escore melhor a qualidade de vida naquele domínio. Considera os valores entre 0 a 40 como ‘região de fracasso’ de 41 a 70 correspondendo a ‘região de indefinição; e acima de 71 como tendo atingido a ‘região de sucesso’. (NUNES e FREIRE, 2006)

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4 DISCUSSÃO

Em relação à escolaridade, 70,5% da amostra estão cursando ou já concluíram o Ensino Superior. Ferreira et al (2008) em seu estudo com corredores da aventura da cidade de Florianópolis relatou que 81,8 % dos participantes possuíam escolaridade acima do segundo grau completo, enquanto que  Antunes et al (2006) relatou que 100% da amostra possuem escolaridade nessa situação.

Observamos que a maior parte da amostra (65%) pertence ao nível sócio-econômico “B”, seguido por 23% categorizado como “A”, e apenas 12% pertencentes à classe C. Considerando que segundo a ABEP (2005) apenas 30 % da população brasileira encontram-se entre a classe A e B, nota-se que as corridas de aventura são restritas às classes econômicas mais privilegiadas da população.

Percebe-se que os valores aqui encontrados foram semelhantes aos valores relatados por Antunes et al (2006) em pesquisa realizada com atletas brasileiros; A=58,82%; B=29,41%; C=11,76%.

Nesse sentido concordamos com Ferreira (2003) quando cita que mesmo que as corridas de aventura tenham sua popularidade aumentada, isso não significa dizer que há democratização com relação ao acesso a essas atividades, que continuam sendo elitistas e demandam um grande investimento para sua prática.

A maior parte dos entrevistados (65%) pratica regularmente algum espore de aventura, porém percebe-se que a CA tem despertado o interesse até mesmo daqueles que não tem no esporte de aventura a sua preferência, visto que 35% da amostra relataram ter preferência pelos esportes tradicionais tais como: corrida de rua, natação e ciclismo.

É consenso na literatura a afirmação que a qualidade de vida depende de uma análise pessoal e subjetiva, porém essa análise subjetiva tende a ser influenciada tanto por mecanismos sociais de resignação e de baixa expectativa causados pela pobreza crônica, como pelo seu inverso, isto é, a insatisfação frente à febre de consumismo desenfreado e ascendente, marca da sociedade pós-industrial. (PIRES et al, 1998). Mesmo considerando essa possibilidade temos que 83% consideram sua qualidade de vida boa, enquanto o restante (17%) considera sua qualidade de vida muito boa. Não tivemos respostas que se enquadrassem nos itens nem ruim nem boa, ruim e muito ruim.

Observou-se que 59% dos sujeitos observados encontram-se “satisfeitos” com a saúde, 23% encontram-se “muito satisfeitos” e 18% encontram-se “nem satisfeito nem insatisfeito”. Sabe-se que muitos problemas de saúde são provenientes da inatividade física, assim um bom nível de aptidão física parece ser imprescindível aos corredores de aventura exercendo influencia positiva na percepção de saúde. Porém é necessária uma investigação mais dirigida a esse aspecto a fim de relacionar diretamente percepção de saúde com nível de aptidão física.

Quanto a terceira questão do WHOQOL, que procura investigar o quanto a dor física impede o sujeito de realizar as atividades diárias, encontramos o percentual de 41% que relataram “nada”, 35% relataram “muito pouco” e 24% relataram “mais ou menos”. Deve-se ressaltar que buscamos analisar separadamente essa questão com a intenção de saber se o estresse físico e as possíveis lesões decorrentes do exercício físico intenso poderiam prejudicar os praticantes nas atividades diárias, porem diante dos resultados parece não haver essa relação, isto é, ao observarmos os resultados declarados pelos sujeitos para essa questão percebeu-se que a dor percebida não exerceu influência negativa qualidade de vida dos praticantes de corrida de aventura.

Em relação aos escores médios obtidos nos domínios do instrumento, observou-se que os escores médios dos domínios físico, social e meio ambiente encontram-se na chamada ‘região de sucesso’, ou seja, com pontuação superior a 71 pontos, em ambos os sexos. Nota-se um escore médio maior no domínio físico comparado com os outros domínios, tanto nos homens quanto nas mulheres.

É provável que os escores mais elevados no domínio físico seja em virtude de um ótimo nível de condicionamento físico necessário para a participação nas CA’s. É consenso na literatura científica que o exercício físico crônico produz benefícios nas esferas físicas e social elevando a qualidade de vida do praticante.

O domínio social também apresentou valores acima de 71 pontos. O que indica as CA’s  como um espaço de construção de novas amizades e novas experiências entre os corredores. Para Ferreira (2003) as CA’s demonstram ser um potencial espaço de intercambio cultural e afetivo entre os sujeitos.

O domínio psicológico foi o único domínio a apresentar escore médio (68,62) fora da ‘região de sucesso’. Esse fato pode estar associado ao estresse e ansiedade experimentado durante as corridas, visto que os corredores de aventura são levados a vivenciar situações adversas de clima e relevo além de privação de sono e má alimentação. Ferreira et al (2008) relatou que nível médio de ansiedade entre corredores catarinenses,  sendo as principais causas da ansiedade a orientação no percurso, o rendimento físico da equipe, a expectativa do resultado e a expectativa com o equipamento e alimentação. Resultados semelhantes também foram encontrados no estudo de Antunes et al (2006).

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
O presente estudo mostrou que se trata de uma população jovem, com bom nível de escolaridade, e a maior parte da amostra pertence ao nível sócio econômico A e B.
Os resultados indicaram que toda a amostra avalia sua qualidade de vida como boa ou muito boa, e ainda que 79% encontram-se satisfeitos ou muito satisfeitos com a saúde. Apenas 24% relataram que a dor física prejudica de alguma maneira suas atividades diárias

Os resultados do WHOQOL nos domínios físico, social e meio ambiente apresentaram dentro da “zona de sucesso”, acima dos 71 pontos, comprovando a hipótese que nessa amostra, a prática da corrida de aventura pode interferir positivamente na qualidade de vida de seus praticantes. Porém vale lembrar que não podemos generalizar esse resultado, visto que é necessário que sejam realizados mais estudos com esse enfoque envolvendo uma quantidade maior de praticantes de corrida de aventura.

Outro dado que chamou a atenção no estudo foi que o escore médio do domínio psicológico apresentou-se inferior aos outros domínios, nesse sentido é necessário uma investigação mais aprofundada visando detectar se essa foi uma tendência apenas nesse estudo se essa é uma tendência constante estudos com praticantes de esportes de aventura.

REFERÊNCIAS

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FERREIRA, L. F. S. Corridas de aventura: construindo novos significados sobre corporeidade,esportes e natureza. Dissertação (Mestrado) – Faculdade de Educação Física, Universidade Estadual de Campinas. Campinas: [s.n.], 2003.

FLECK, M. P. A. et al . Desenvolvimento da versão em português do instrumento de avaliação de qualidade de vida da OMS (WHOQOL-100). Rev. Bras. Psiquiatr. ,  São Paulo,  v. 21,  n. 1, Mar. 1999.

FLECK, M. P. A. et al. Aplicação da versão em português do instrumento abreviado de avaliação da qualidade de vida “WHOQOL-bref”. Rev. Saúde Pública,  São Paulo,  v. 34,  n. 2, Apr.  2000.
NUNES, M. F.; FREIRE, M. C. M.. Qualidade de vida de cirurgiões-dentistas que atuam em um serviço público. Rev. Saúde Pública,  São Paulo,  v. 40,  n. 6, Dec. 2006.

ORLEY, J., KUYKEN, W. The Whoqol Group. The development of the World Health Organization quality of life assessment instrument (the WHOQOL). Quality of life assessment: international perspectives. Heidelberg: Springer Verlag; 1994.

PIRES, G. L., MATIELLO, E. J. , GONÇALVES, A. Alguns olhares sobre aplicações do conceito de qualidade de vida em educação física/ciências do esporte. Rev Bras Ciênc Esporte  set 1998;

SEIDL, E. M. F.; ZANNON, C. M. L. C. Qualidade de vida e saúde: aspectos conceituais e metodológicos. Cad. Saúde Pública,  Rio de Janeiro,  v. 20,  n. 2, Apr.  2004.

TAHARA, A. K.; SCHWARTZ, G. M.. Atividades de aventura na natureza: investindo na qualidade de vida. Revista Digital Buenos Aires- Ano 8, N. 58 Marzo de 2003. Disponível em http://www.efdeportes.com/efd58/avent.htm Acesso em 20 out 2008.

THOMAS, J. R.; NELSON, J. K.; SILVERMAN, S. J. Métodos de pesquisa em atividade física. 5. ed. Porto Alegre,RS: Artmed, 2007.

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