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	<title>Adventuremag-Corrida de Aventura</title>
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	<description>Informativo sobre as corridas de aventura</description>
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		<title>Desafio Serra Fast &#8211; Canela</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 18:08:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resultados]]></category>

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		<description><![CDATA[Colocação Quarteto Misto 1º Desafio de Verão.com &#8211; 14h 35 min. Brigada Militar de Sapiranga – 14h 46 min. (Trio) 2º Átria &#8211; 14h52 min. 3º Não ta Morto quem Peleia – 15h 11 min. Kaapora – 15h 14 min.(desistência) G FOX – 15h 44 min. Olhos d’Águia Supermercados Miller – 15h 50 min. Serra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Colocação Quarteto Misto</strong><br />
1º Desafio de Verão.com &#8211; 14h 35 min.<br />
Brigada Militar de Sapiranga – 14h 46 min. (Trio)<br />
2º Átria &#8211; 14h52 min.<br />
3º Não ta Morto quem Peleia – 15h 11 min.<br />
Kaapora – 15h 14 min.(desistência)<br />
G FOX – 15h 44 min.<br />
Olhos d’Águia Supermercados Miller – 15h 50 min.<br />
Serra Grande – 15h 55 min.<br />
Camboatá – 17h 15 min.</p>
<p><strong>Colocação Duplas</strong><br />
1º Os Graxains – 13h 52 min.<br />
2º Família Extrema Kids – 14h 16 min.<br />
3º Família Extrema – 14h 19 min.<br />
3º Mistura Explosiva – 14h 19 min.<br />
Portal Adventure-se – 14h 43 min.<br />
Gaudério Adventure – 14h 43 min.<br />
Empurra Bike – 14h 46 min.<br />
Arco-Flecha – 14h 53 min.<br />
Bike Sport Aventura – 14h 59 min. (desistência)<br />
Bike Sport Aventura II – 14h 59 min. (desistência)<br />
Bike Sport Aventura III – 14 59 min. (desistência)<br />
Balança Mais Não Cai – 15h 02 min.<br />
Academia Ciclo Adventure – 15h 10 min. (mista)<br />
Saitriz Adventure – 15h 28 min. (mista)<br />
Expedição Sul Aventura – 15h 40 min.<br />
Mascredo! – 15h 40 min.<br />
Vitta Vergueiro Academia – 15h 45 min.<br />
Pégasus<br />
Mato Seco<br />
Sem Rumo<br />
Família Papaventura<br />
Fênix GV</p>
<p><strong>Solo</strong><br />
1º Pereira – 13h 52 min.<br />
2º Poanoas – 14h 46 min.<br />
3º Fabrício Mateus de Mello – 15h 45 min.<br />
Marcos Oliveira – Comendo Poeira<br />
Rodrigo Zanadrea – Só as Autoridades<br />
Vonaaventura<br />
Jonatas ASM</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Análise de variáveis fisiológicas e ambientais durante uma corrida de aventura</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 01:47:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cientifico]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[fisiologia]]></category>

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		<description><![CDATA[autor: Carlos Eduardo Guedes Vidal Monografia apresentada ao Curso de Educação Física do Centro Universitário de Belo Horizonte UNI-BH, como requisito parcial à obtenção do título de bacharel e licenciado em Educação Física. Área de concentração: Saúde Orientador: Ph.D Fabiano Trigueiro Amorim 1. Introdução Criada na década de 1980, na Nova Zelândia, a Corrida de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>autor: Carlos Eduardo Guedes Vidal</p>
<p>Monografia apresentada ao Curso de Educação Física do Centro Universitário de Belo Horizonte UNI-BH, como requisito parcial à obtenção do título de bacharel e licenciado em Educação Física.</p>
<p>Área de concentração: Saúde<br />
Orientador: Ph.D Fabiano Trigueiro Amorim</p>
<p><strong>1. Introdução</strong><br />
Criada na década de 1980, na Nova Zelândia, a Corrida de Aventura é uma competição que tem como objetivo percorrer uma distância pré-determinada realizando diversas modalidades esportivas como: mountain bike, trekking, canoagem, técnicas verticais, cavalgada, patins, dentre outras. As provas de corrida de aventura pode ser divididas em corridas de velocidade (&lt;6 hoas), corridas intermediárias (6-12 horas), corridas longas (12-36 horas) e corridas de expedição (&gt;36 horas). Os eventos de Corrida de Aventura podem exceder mais de 100 horas de duração levando os competidores ao limite da exaustão. Freqüentemente, os atletas competem por dias seguidos sem descanso e limitadas horas de sono. As equipes são formadas geralmente por 4 atletas sendo um integrante do sexo oposto (TOWNES, 2005). Vence a equipe que percorrer, sem dispersar, a maior distância ou todo os percursos programados, passando pelos postos de controle previamente estabelecidos pela organização da prova (ASHLEY et al., 2006; LUCAS et al., 2008).</p>
<p>O local específico das Corridas de Aventuras bem como o terreno que os atletas irão percorrer é disponibilizado poucas semanas antes da competição, tornando difícil a preparação específica dos atletas para o evento (FORDHAM; GARBUTT; LOPES, 2004).</p>
<p>Dentro de uma mesma equipe encontram-se atletas com diferentes aptidões físicas e técnicas (LUCAS et al., 2008). As demandas fisiológicas durante a competição são extremas, levando grande número de competidores a desistirem e abandonarem a prova (FORDHAM; GARBUTT; LOPES, 2004; ZALCMAN et al., 2007).</p>
<p>A corrida de aventura tem se tornado um esporte popular Greenland (2004) e a literatura atual disponível não contempla as características fisiológicas e ambientais ocorridas nas competições. Essa falta de informação é provavelmente devido ao seu desenvolvimento relativamente recente, aos locais remotos dos eventos, a falta de conhecimento prévio sobre o percurso e as limitações associadas com a coleta de dados no campo (LUCAS et al., 2008).</p>
<p>1.1 Objetivos</p>
<p>1.1.1 Objetivo Geral:</p>
<p>Analisar as variáveis fisiológicas e ambientais de atletas durante uma corrida de Aventura.</p>
<p>1.1.2 Objetivo Específico:</p>
<p>- Registrar e analisar a freqüência cardíaca dos atletas durante o percurso;<br />
- Analisar o gasto calórico dos atletas durante a competição;<br />
- Calcular a perda de massa corporal dos atletas;<br />
- Registrar a ingesta alimentar dos atletas durante a corrida;<br />
- Medir o estresse térmico durante a competição.</p>
<p>1.2 Justificativa</p>
<p>Com essa investigação esperamos identificar o estresse fisiológico que os atletas estão sendo submetidos e proporcionar subsidio para elaboração de treinamentos futuros e específicos para essa “recente” modalidade.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Qualidade de vida em corredores de aventura</title>
		<link>http://www.adventuremag.com.br/v5/2009/07/02/qualidade-de-vida-em-corredores-de-aventura/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 16:15:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cientifico]]></category>

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		<description><![CDATA[autor: Rodrigo Lacerda Alves RESUMO O presente estudo teve como objetivo conhecer e avaliar a qualidade de vida dos praticantes de corrida de aventura do estado de Sergipe. Foram avaliados 17 sujeitos com média de idade média de 29 + 6,33 anos. Os dados foram coletados por meio dois questionários: CCEB &#8211; Critério de Classificação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>autor: Rodrigo Lacerda Alves</p>
<p>RESUMO<br />
O presente estudo teve como objetivo conhecer e avaliar a qualidade de vida dos praticantes de corrida de aventura do estado de Sergipe. Foram avaliados 17 sujeitos com média de idade média de 29 + 6,33 anos. Os dados foram coletados por meio dois questionários: CCEB &#8211; Critério de Classificação Econômica Brasil, questionário organizado pela ABEP objetivando a classificação do grupo conforme o nível socioeconômico; e o WHOQOL BREF, elaborado por Organização Mundial de Saúde (OMS), o qual contempla os domínios: físico, psicológico, social e meio ambiente. Os resultados indicaram que 100% da amostra avaliaram sua qualidade de vida como boa ou muito boa, e que 79% encontram-se satisfeitos ou muito satisfeitos com a saúde. Quanto aos escores do WHOQOL-BREF, o domínio físico apresentou escore mais alto 82,14 +11,71, enquanto o domínio psicológico apresentou escore mais baixo 68,62 + 8,48.</p>
<p>Palavras- chave: Qualidade de vida, WHOQOL-BREF, nível sócio econômico, corrida de aventura.</p>
<p><strong>1 INTRODUÇÃO</strong></p>
<p>As modalidades de aventura na natureza têm crescido muito nos últimos anos, e popularizam-se sob a forma de esportes de aventura  e ecoturismo. Enquanto o primeiro caracteriza-se por serem praticados tanto na forma de aventuras individuais quanto de maneira competitiva; o segundo vem sendo explorado por empreendimentos comerciais. (SPINK, 2005)<br />
É interessante atentar que ambos utilizam a natureza como pano de fundo para suas atividades, porém no ecoturismo a segurança, equipamentos e conhecimentos específicos ficam a cargo dos instrutores que conduzem a atividade, e nos esportes de aventura esses fatores devem ser controlados pelos próprios praticantes (ZIMMERMAN, 2006).</p>
<p>Dentre os esportes de aventura, destaca-se a Corridas de Aventura (CA), modalidade que mescla, numa só competição, diversos esportes de aventura: mountain bike, canoagem, natação, treeking , orientação, técnicas verticais, entre outros. Segundo Ferreira (2003) CA é uma forma de competição em que participam equipes mistas, composta de atletas de ambos os sexos, dispostas a cumprir as regras para alcançar um objetivo em menor tempo possível, exigindo o máximo de resistências físicas e mentais.</p>
<p>Outro fator determinante nas CA’s é a navegação. Os atletas devem estar aptos a se orientarem em locais pouco explorados da natureza, apenas com o auxílio de bússolas e dos mapas topográficos fornecidos pela organização da corrida.  Nesses mapas estão destacados os  PC’s  e AT’s . As equipes devem escolher o caminho a ser seguido para atingir esses pontos, ou seja, o percurso da prova não é determinado cabendo a equipe optar pelo melhor trajeto.</p>
<p>A CA surgiu na Nova Zelândia nos anos 80 e rapidamente se espalhou para outros continentes como a América e Europa. No Brasil a primeira corrida aconteceu em 1998, idealizada pelo paulista Alexandre Freitas que após ter participado de uma prova na Nova Zelândia, voltou ao Brasil e realizou a Expedição Mata Atlântica (EMA) em que o conceito era unir esporte, aventura e preservação ambiental. (FERREIRA, 2003).</p>
<p>Inicialmente as CA’s envolviam mais de dez dias de duração, e distancias chegavam a 500 km, eram verdadeiros ralis humanos.   Com a popularização do esporte surgiram corridas com distancias menores entre 50 a 200 km, também foi alterada a formação das equipes que passou a permitir trios, duplas e a categoria solo, individual.</p>
<p>As corridas de aventura caracterizam-se por unir o forte componente físico mental e cognitivo, levando o indivíduo a testar ou mesmo redefinir os próprios limites. É necessário além de conhecimento técnico das diversas modalidades que compõe a corrida, um ótimo nível de treinamento físico para suportar longos períodos de exercício. Durante as corridas os praticantes ficam privados de sono, de uma boa alimentação, muitas vezes com hidratação inadequada, e ainda enfrentam condições adversas de clima e de relevo. A capacidade de suportar um intenso desgaste psicofísico e um bom planejamento é fundamental para um bom desempenho na prova.</p>
<p>Nesse sentido as corridas de aventura inauguram uma nova abordagem de competição esportiva, rompendo com os esportes tradicionais.  A formação de equipes mista, em que homens e mulheres competem na mesma categoria é uma das inovações desse esporte.</p>
<p>Para Ferreira (2003) o surgimento desse tipo de competição está relacionado com as transformações sociais que emergiram com maior intensidade a partir dos anos 80, rompendo com o paradigma racionalista da modernidade que apontava para um desenvolvimento linear e ilimitado para a condição humana.  Para esse autor vivemos um período em que a perda de valores e mudanças no estilo de vida da sociedade possibilita ressignificar alguns conceitos. Assim, o conceito de competitividade e natureza ganha diferentes formas e manifestações nas corridas de aventura.</p>
<p>Spink et al (2005) afirma que o trabalho em equipe, a resistência, o espírito de aventura, a compaixão e a consciência ecológica são os ingredientes principais das CA’s. Para Ferreira (2003) o compartilhar de novos sentimentos e emoções denota a possibilidade de transformações no que se refere a forma de relacionamento entre os indivíduos.</p>
<p>A consciência ecológica aliada à responsabilidade social são elementos marcantes nessas competições. O respeito à natureza e ao ser humano se faz presente através de ações ambientais e sociais que visam apoiar as comunidades locais e o meio ambiente. É comum durante a corrida uma tarefa em que seja realizada uma ação efetiva em apoio aos moradores da região onde acontece a prova.</p>
<p>Tahara e Schwartz (2003) apontam que as atividades de aventura na natureza podem levar a uma melhoria na qualidade de vida de seus praticantes, porém não foi encontrado nenhum estudo que associasse corrida de aventura e qualidade de vida, visto que muito tem se falado a respeito das mesmas, porém poucos são os estudos científicos que interrogam e investigam o esporte.<br />
De acordo com Fleck (1999) o termo qualidade de vida tem sido utilizado na área médica, como sinônimo de “condições de saúde” e “funcionamento social”, estando centrado na percepção subjetiva dos pacientes sobre o estado de saúde e sua capacidade de viver plenamente.</p>
<p>Seidl e Zannon (2004) afirmam que buscando conceituar qualidade de vida devem-se considerar dois aspectos: subjetividade, relacionada com a percepção da pessoa sobre o seu estado de saúde e sobre os aspectos não-médicos do seu contexto de vida; e multidimensionalidade, referindo ao reconhecimento de que a qualidade de vida deve ser avaliada por diferentes dimensões. Nesse sentido o termo qualidade de vida é mais amplo e envolve diferentes dimensões como física, psicológica, social e ambiental; incluindo, porem não se limitando às condições de saúde.</p>
<p>O grupo Qualidade de vida da OMS definiu qualidade de vida como “a percepção do indivíduo de sua posição na vida, no contexto da cultura e sistema de valores nos quais ele vive e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações”. (ORLEY e KUYKEN, 1994)</p>
<p>Diante do exposto surgem alguns questionamentos como: será que a corrida de aventura pode interferir positivamente na qualidade de vida de seus praticantes?  Ou será que diante das adversidades de uma corrida somado ao estresse físico e mental pelo qual os corredores sofrem a percepção de qualidade de vida pode ser prejudicada?<br />
Partindo destas colocações, o presente estudo tem como objetivo identificar a percepção de qualidade de vida dos praticantes de Corrida de Aventura do Estado de Sergipe.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Lista de inscritos na Carrasco &#8211; Bahia de Todos</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 20:39:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carrasco 2009]]></category>

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		<description><![CDATA[A Corrida de Aventura Carrasco é um evento que tem como premissa &#8211; entre muitas outras &#8211; divulgar as belezas da caatinga, disseminar a consciência ambiental, proporcionar grandes emoções e experiências inesquecíveis aos seus participantes. Veja abaixo a lista de inscritos na Carrasco &#8211; “Bahia de todos” 02 &#8211; Trotamundo &#8211; MG 03 &#8211; Selva [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Corrida de Aventura Carrasco é um evento que tem como premissa &#8211; entre muitas outras &#8211; divulgar as belezas da caatinga, disseminar a consciência ambiental, proporcionar grandes emoções e experiências inesquecíveis aos seus participantes.</p>
<p>Veja abaixo a lista de inscritos na Carrasco &#8211; “Bahia de todos”<br />
02 &#8211; Trotamundo &#8211; MG<br />
03 &#8211; Selva &#8211; SP<br />
04 – Aventureiros do Agreste &#8211; BA<br />
05 &#8211; Makaíra &#8211; BA<br />
06 &#8211; Giramundo &#8211; BA<br />
07 – Atlas Brasil H2O &#8211; BA<br />
08 &#8211; Extremo Norte &#8211; PA<br />
09 &#8211; Azimute &#8211; BA<br />
10 &#8211; Carbono Zero &#8211; RN<br />
11 &#8211; E-Lama &#8211; SP<br />
12 &#8211; Oskaba &#8211; AL<br />
13 &#8211; Extreme &#8211; BA <br />
14 &#8211; QuasarLontra &#8211; SP<br />
15 &#8211; Rasodacata &#8211; BA<br />
16 – R2 &#8211; BA<br />
17 &#8211; Insanos &#8211; BA<br />
18 &#8211; Gantuá &#8211; BA<br />
19 &#8211; Rumo Certo &#8211; BA<br />
20 &#8211; Oskalunga &#8211; DF<br />
21 – Unimed Rio &#8211; RJ<br />
22 &#8211; Elite &#8211; PE<br />
23 &#8211; Calangos &#8211; BA</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Estudos geográficos na prática esportiva</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 10:41:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cientifico]]></category>
		<category><![CDATA[estudos]]></category>
		<category><![CDATA[monografia]]></category>
		<category><![CDATA[radical]]></category>
		<category><![CDATA[trekking]]></category>

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		<description><![CDATA[autor: Jeyller Henrique Rosa de Araújo &#8211; jeyller@hotmail.com Trabalho apresentado como monografia de conclusão de curso de graduação, do Curso de Geografia e Análise Ambiental, do Centro Universitário de Belo Horizonte, UNI-BH. Orientadora Professora Ms. Fabiana S. R. Faria. RESUMO A partir de pesquisas sobre os esportes que utilizam a Orientação Cartográfica, como a Corrida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>autor: Jeyller Henrique Rosa de Araújo &#8211; <a href="mailto:jeyller@hotmail.com">jeyller@hotmail.com</a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=0apresentacaomonografiajeyller-1223316219450653-9&amp;rel=0&amp;stripped_title=estudos-geogrficos-na-prtica-esportiva-presentation" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=0apresentacaomonografiajeyller-1223316219450653-9&amp;rel=0&amp;stripped_title=estudos-geogrficos-na-prtica-esportiva-presentation" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Trabalho apresentado como monografia de conclusão de curso de graduação, do Curso de Geografia e Análise Ambiental, do Centro Universitário de Belo Horizonte, UNI-BH.<br />
Orientadora Professora Ms. Fabiana S. R. Faria.</p>
<p><strong>RESUMO</strong><br />
A partir de pesquisas sobre os esportes que utilizam a Orientação Cartográfica, como a Corrida de Orientação, Corrida de Aventura e Radical trekking, o presente trabalho busca tornar público, principalmente perante a comunidade acadêmica, a importância e os benefícios que estes esportes que empregam ensinamentos geográficos podem trazer ao processo de ensino, em todos os níveis do aprendizado. Estas atividades desportivas que utilizam mapas e bússolas, surgiram impussionados pelo desporto Orientação e hoje já se ramificou em outras atividades com características diferentes, porém, reserva grande importância, em qualquer de seus segmentos, em um objeto de estudo da Geografia que é a Orientação Cartográfica. De uma forma geral, possuem como principais características caminhar, trotar, correr, pedalar de bicicleta, executar técnicas verticais, remar em variados tipos de embarcações, entre outras modalidades desportivas, sempre utilizando a natureza, através de montanhas, rios, campos, florestas, ravinas, lugarejos, ultrapassando diversos obstáculos através do espaço geográfico, e para não se perder no terreno ou buscar os melhores caminhos, utiliza-se a técnica de orientação empregando um mapa. Para os indivíduos colocarem em prática suas habilidades em todas estas atividade é necessário o desenvolvimento de competências essenciais, tanto intelectual, como física e moral. Devido a interdisciplinaridade desenvolvida nestas práticas desportivas, podemos concluir que esta atividade é uma excelente ferramenta pedagógica em qualquer nível do aprendizado. Além disso estes desportos utilizam a natureza como campo de jogo e cultuam a proteção e preservação do meio ambiente o que também serve para enautecer esta prática saudável. Os benefícios citados justificariam a prática dos esportes que utilizam a Orientação Cartográfica além da inclusão da iniciação ao esporte em currículos escolares, nas disciplinas correlacionadas como a Geografia, a Educação Física, o Turismo e a Ecologia, como procura demonstrar a presente monografia.</p>
<p>Palavras-Chave: Orientação Cartográfica, Corrida de Orientação, Corrida de Aventura, Radical Trekking, Geografia no esporte, Modalidade Orientação, Orientação na escola, Esporte multidisciplinar, Esporte Junto a Natureza.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Saiba como foi a primeira edição do Brasilia Multisport</title>
		<link>http://www.adventuremag.com.br/v5/2008/07/08/saiba-como-foi-a-primeira-edicao-do-brasilia-multisport/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 12:34:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wladimir Togumi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
		<category><![CDATA[brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[multisport]]></category>

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		<description><![CDATA[» Galeria de fotos » Site oficial O centro do poder brasileiro recebeu neste final de semana a primeira edição do Brasilia Multisport, evento esportivo baseado na tradicional prova realizada na Nova Zelândia, o Coast to Coast, e que teve duas de suas inscrições como premiação para os vencedores das categorias Masculina e Feminina. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="530" height="320" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="&amp;displayheight=240&amp;file=http://www.adventuremag.com.br/multi/bms_2008.xml&amp;height=320&amp;location=http://www.adventuremag.com.br/multi/mediaplayer.swf&amp;logo=http://www.adventuremag.com.br/adventuremag_logo.png&amp;autostart=false&amp;shuffle=false" /><param name="src" value="http://www.adventuremag.com.br/multi/mediaplayer.swf" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="530" height="320" src="http://www.adventuremag.com.br/multi/mediaplayer.swf" flashvars="&amp;displayheight=240&amp;file=http://www.adventuremag.com.br/multi/bms_2008.xml&amp;height=320&amp;location=http://www.adventuremag.com.br/multi/mediaplayer.swf&amp;logo=http://www.adventuremag.com.br/adventuremag_logo.png&amp;autostart=false&amp;shuffle=false"></embed></object></p>
<table class="fonte" border="0" cellspacing="2" cellpadding="5" width="200" align="left">
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</tr>
<tr>
<td bgcolor="#f3f3f3">» <a href="http://www.adventuremag.com.br/cgi-local/linktracker/clickmanager.cgi?dl=http://www.brasiliamultisport.com.br" target="_blank">Site oficial</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O centro do poder brasileiro recebeu neste final de semana a primeira edição do Brasilia Multisport, evento esportivo baseado na tradicional prova realizada na Nova Zelândia, o Coast to Coast, e que teve duas de suas inscrições como premiação para os vencedores das categorias Masculina e Feminina.</p>
<p>A prova contou com dois percursos com distâncias diferentes. A principal teve 110 quilômetros e a prova curta, voltada para os iniciantes, 25 quilômetros, nas modalidades de corrida, ciclismo e canoagem.</p>
<p>A vitória ficou com os atletas Alexandre Manzan, no masculino,  e Bárbara Bonfim, no feminino, ambos de Brasilia, e a equipe formada pelos atletas olímpicos Leandro Macedo, Henrique Sirqueira, Alexandre Ribeiro e Sebastian Cuattrin, no revezamento. Na prova curta os vencedores foram Arthur Sirqueira e Karina Matoso e nas duplas, Roberto Moreira e Cid Barbosa.</p>
<p>Como era esperado, o “Dream Team” do revezamento tomou a liderança logo no começo de prova com Leandro Macedo e se mesmo isso não fosse suficiente, Cuattrin mostrou porque representou o país em quatro olimpíadas. De longe parecia que seu caiaque tinha um motor, se distanciando rapidamente do segundo colocado.  “Sabia que a canoagem ia ser decisiva, pois muitos aqui não têm tanta experiência de remo, então sempre que pude, desde o começo, não me segurei, abri o máximo de distância”, conta Cuattrin.</p>
<p>Entre os atletas solo a disputa era mais acirrada. Na categoria masculina a briga era entre Guilherme Pahl, que vinha na frente, Alexandre Manzan e Kenny Souza, todos atletas locais. Os três iniciaram praticamente juntos a etapa de canoagem em rio e a agora a habilidade de cada um nas corredeiras faria a diferença.</p>
<p>Mas Guilherme não conseguiu manter a liderança e foi ultrapassado por Manzan, que completou a prova 15 minutos atrás dos atletas olímpicos no revezamento.  “Perdi muito tempo nos trechos de remo, virei o caiaque umas quatro vezes, mas acreditei que isso poderia acontecer com os outros também e não desisti, fui persistente. Foi uma prova muito dura, cansativa, realmente achei que não ida dar para mim, se forçasse mais, não completaria”, explicou Manzan.</p>
<p>Para Guilherme, uma estratégia errada foi o que tirou a vitória de sua mãos. “Dei minha cartada no começo da prova, mas na corrida não consegui segurar. Agora já sei o que fazer para ano que vem”, disse.</p>
<p>Entre as mulheres a liderança se alternou entre a paulista Camila Nicolau e a brasiliense Bárbara Bonfim durante quase todo o percurso. Bárbara foi melhor no começo de prova mas foi ultrapassada na bicicleta e começou a descida do rio com 5 minutos de diferença. Sabendo que sua rival era mais forte na corrida, Camila teria que remar forte para abrir a maior vantagem possível para não ser alcançada na corrida.</p>
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		<title>Circuito de Aventura Alagoas &#8211; A grande peleja</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 12:14:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resultados]]></category>
		<category><![CDATA[alagoas]]></category>
		<category><![CDATA[circuito]]></category>
		<category><![CDATA[peleja]]></category>

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		<description><![CDATA[1 &#8211; Oskaba (AL) 2 &#8211; Direction (PE) 3 &#8211; Makaira (BA) 4 &#8211; Carbono Zero (RN) 5 &#8211; Caboclo de Lança (PE) 6 &#8211; Calangos (BA/AL) 7 &#8211; Odisséia (PE) 8 &#8211; Zumbi (AL) 9 &#8211; Ospato (AL) 10 &#8211; Usbão (AL) 11 &#8211; Terra de Santa Cruz (PE) 12 &#8211; Massaio Q (AL) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1 &#8211; Oskaba (AL)<br />
2 &#8211; Direction (PE)<br />
3 &#8211; Makaira (BA)<br />
4 &#8211; Carbono Zero (RN)<br />
5 &#8211; Caboclo de Lança (PE)<br />
6 &#8211; Calangos (BA/AL)<br />
7 &#8211; Odisséia (PE)<br />
8 &#8211; Zumbi (AL)<br />
9 &#8211; Ospato (AL)<br />
10 &#8211; Usbão (AL)<br />
11 &#8211; Terra de Santa Cruz (PE)<br />
12 &#8211; Massaio Q (AL)<br />
13 &#8211; Talz (AL)<br />
14 &#8211; Limite Infinito (AL)<br />
15 &#8211; Insanos Adventure (BA)<br />
16 &#8211; Pó com Impacto (RN)<br />
17 &#8211; Resgate 193 (AL)<br />
18 &#8211; Salvar (AL)<br />
19 &#8211; Osparea (AL)<br />
20 &#8211; Ozomi (AL)<br />
21 &#8211; Ospato 02 (AL)<br />
22 &#8211; Makaira 02 (BA)<br />
23 &#8211; Peregrinos Bike Show (SE)</p>
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		<title>Ducks: o que pode ser feito para evitar novos problemas</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 19:45:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lilian Araujo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[ducks]]></category>
		<category><![CDATA[manutenção]]></category>

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		<description><![CDATA[Discussões sobre ducks estourados ou furados em corridas de aventura têm se tornado rotineiras desde o ano passado. Um dos últimos casos aconteceu em maio, durante o Desafio das Montanhas, em Laranja da Serra, no Espírito Santo. Em geral, dois importantes tópicos são levantados entre os atletas, mas nunca chegaram a ser discutidos abertamente: &#8220;Qual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="lightbox" href="http://www.adventuremag.com.br/v5/wp-content/uploads/2008/06/largada_ducks.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-23" title="Largada de ducks" src="http://www.adventuremag.com.br/v5/wp-content/uploads/2008/06/largada_ducks.jpg" alt="" width="500" height="280" /></a></p>
<p>Discussões sobre ducks estourados ou furados em corridas de aventura têm se tornado rotineiras desde o ano passado. Um dos últimos casos aconteceu em maio, durante o Desafio das Montanhas, em Laranja da Serra, no Espírito Santo.</p>
<p>Em geral, dois importantes tópicos são levantados entre os atletas, mas nunca chegaram a ser discutidos abertamente: &#8220;Qual a posição oficial da organização diante desse tipo de problema?&#8221; e &#8220;O que fazer para evitar ou minimizar situações como estas, que acabam sendo um desafio à parte para as equipes durante as competições?&#8221;</p>
<p>Apesar de, boa parte das vezes, o debate entre competidores se esgotar antes mesmo dos organizadores se justificarem e apresentarem alternativas, Thiago Mol, organizador do Desafio das Montanhas volta ao tema e conta que dez dos 45 ducks alugados furaram pouco antes do início da prova. Ele esclarece que o Sol intenso e a pressa das equipes em calibrar as embarcações e acomodar seus pertences para a largada foram os principais fatores que acarretaram no problema. Mol garante ter checado todos os ducks, dos quais três alugados como reserva, 30 minutos antes da largada e nenhum apresentava problema.</p>
<p>O fornecedor das embarcações, Lucas Gerônimo, que não estava presente no local, conta que a equipe responsável pelo equipamentos nesta prova relatou ter enchido e checado as válvulas na noite anterior, deixando para antes da largada apenas a calibragem final. As 8h da manhã do dia da largada, Lucas recorda-se de ter recebido um telefonema e a confirmação de que todos os barcos estavam em condições de uso, surgindo ducks com problemas logo após os atletas assumirem o controle das bombas. Mesmo após ouvirem o apelo de aguardarem a calibragem por parte da equipe da organização, Lucas ouviu pelo telefone que os atletas insistiram em fazê-la por conta própria. Com os ducks furados, a organização do Desafio das Montanhas precisou remodelar a prova minutos antes da largada, dividindo os quartetos em duplas, que se revezariam no remo.</p>
<p>Depois do ocorrido, para a próxima etapa do Desafio das Montanhas, Mol já pensa em deixar de usar barcos infláveis, devido à grande chance de incidentes nesse tipo de competição. Embora classifique esta embarcação como um dos principais fatores que facilitou a introdução da modalidade de remo na maior parte das competições de aventura no Brasil, devido ao baixo custo de locação e transporte facilitado frente a outros tipos de caiaques, Thiago Mol crê que está na hora de mudar. “A maioria dos ducks utilizados nas corridas de aventura no Brasil são de 2000/2001 &#8211; da época do EMA -.Quando esse material é novo, o risco de avarias é mínimo”, cometa Mol.</p>
<p>Mol avalia que o momento é de reformulação das embarcações, classificando-as de ultrapassadas. O organizador do Desafio das Montanhas acredita que os atletas precisam utilizar outros tipos de barcos para ampliar seu leque de experiência, qualificando os do tipo sit-on-top como os mais indicados para o esporte. “Sinceramente, gostaria que os barcos utilizados fossem os fechados, em que é necessário o uso da ‘saia’, pois são barcos velozes, que exigem técnica do atleta e o tempo de vida útil é muito grande”, comenta.</p>
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