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Ducks: o que pode ser feito para evitar novos problemas

Por Lilian Araujo - 16.06.2008 - Recomendar esse texto Recomendar esse texto

Válvula utilizada nos ducks da ZefirO gerente de vendas da Zefir Indústria e Comércio, Mario Junior, sugere o controle da pressão interna do ar nos tubos infláveis com o auxílio de um manômetro. Ele explica que o aparelho aponta precisamente a pressão do ar e que esta não deve passar de 3 PSI, levando-se em consideração ainda a temperatura e altitude em relação ao nível do mar. O gerente reforça que inflar os botes com compressores de alta pressão ou outros tipos de gases também pode danificar seriamente as embarcações.

Outra sugestão dada por Junior é o uso de válvulas de alívio que se abrem quando a pressão do ar supera os 3 PSI em todos os compartimentos. Apesar de ser ideal para evitar problemas com o calor, o gerente lembra que há um certo risco de murchar o bote caso, por exemplo, bata em alguma pedra numa corredeira. “Medida sem custo mesmo, seria deixar os caiaques amarrados com corda dentro da água, evitando a expansão do ar, já que enquanto quanto o Sol está com a temperatura alta em cima do caiaque, em baixo a corrente fria da água iguala a temperatura interna dos tubos”, explica.

Quanto à manutenção, o gerente da Zefir lista a lavagem com sabão neutro; nunca guardar o equipamento molhado; não deixá-lo exposto ao Sol ou chuva quando estiver fora de uso; e, periodicamente, aplicar emulsão de silicone para re-hidratar o tecido emborrachado. Embora sejam confeccionados para durar oito anos na versão mais barata com tecido de PVC e dez anos com tecido Hypalon com neoprene, os ducks usados em corrida de aventura têm vida útil estimada por Junior em apenas quatro anos. Depois deste prazo, o gerente levanta a necessidade de desmontar o bote em tecido de PVC e colá-lo novamente e apenas colar a parte que soltar nos caiaques com tecido de neoprene.



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