EMA Brasil aparece na 19a posição
(20/10/2002) - por redação


Duas equipes brasileiras conseguiram completar neste domingo, depois de 9 dias ininterruptos, o Eco-Challenge, a maior e mais difícil corrida de aventura do mundo que foi disputada em Viti Levu, uma das ilhas de Fiji, no pacífico sul. A Canon Quasar Lontra, formada por Marina Verdini, Rafael Reyes, Victor Teixeira e Fabrízio Giovannini, terminou na décima posição, e a EMA Brasil (Alexandre Freitas, José Roberto Pupo, Eduardo Coelho e Carmem da Silva) ficou em 19º lugar, segundo resultado extra-oficial divulgado pelo evento. Uma terceira equipe representava o Brasil, a AXN Atenah, mas deixou a competição depois que Eleonora Audrá teve uma infecção no braço. A Seagate.Com NZ, da Nova Zelândia, foi a vencedora da corrida, completando os 500 quilômetros em pouco mais de seis dias.

A edição 2002 do Eco-Challenge está sendo considerada a mais difícil da história tanto por competidores quanto pelo próprio organizador, o produtor Mark Burnett. Ele mesmo já havia adiantado que a prova em Fiji exigiria muita energia dos competidores. Para se ter uma idéia, das 81 equipes que largaram no dia 11 de outubro, apenas 23 continuaram na prova até o final. As demais foram desclassificadas ou abandonaram devido ao estado físico dos integrantes. Ferimentos nos pés e cansaço extremo eram os principais adversários dos atletas.

Os competidores tiveram que superar várias modalidades de esportes de aventura e ação, como trekking (caminhada), jungle trekking (caminhada na selva), mountain biking (bicicleta), canyoneering (caminhada dentro de rio), rapel (descer uma cachoeira preso à uma corda) e caiaque oceânico. Como o Eco-Challenge está sempre inovando, os atletas tiveram que construir uma jangada com bambus para percorrer cerca de 40 quilômetros de um rio. Algumas se desmancharam pelo caminho, como foi o caso da equipe brasileira AXN Atenah.

Além do cansaço, os maiores adversários das equipes foram a fome, o frio, a sede, os arranhões, as dores pelo corpo todo e principalmente as bolhas nos pés. Em quase todo o percurso os competidores ficavam com roupas e calçados molhados, o que facilitou o aparecimento de fungos e ferimentos. A navegação também foi bem difícil, tanto é que no final os organizadores passaram a indicar o caminho para os participantes. Caso contrário, nem as 23 equipes teriam terminado a prova.

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