| Competidores querem boas colocações e esperam manter a integridade física durante os 10 dias de competição no paraíso formado pelas ilhas de Fiji. Veja o que eles pensam da maior corrida de aventura do mundo. Alexandre Freitas - EMA Brasil Alexandre Freitas tem seis participações em corridas de aventura no exterior, entre elas, a corrida de aventura, Raid Gauloises em maio deste ano, no Vietnã, onde conquistou a oitava colocação Esta é a primeira vez que ele enfrenta o Eco-Challenge. "Só espero terminar bem e divulgar o Brasil lá fora", afirma. Carmem Lúcia da Silva - EMA Brasil É a única da equipe EMA Brasil deste ano que participa pela segunda vez do Eco-Challenge. A primeira foi em 2000, quando conseguiu o 26º lugar (pela EMA Brasil, com outros integrantes), na Malásia. Este ano a atleta espera manter a integridade física para chegar até a final da competição. "Acredito que a minha experiência em canoagem possa ajudar bastante na prova. Pelo menos para chegar entre os 20 primeiros", diz ela. Eduardo Coelho - EMA Brasil Esta é a primeira vez que Eduardo Coelho disputará o Eco-Challenge. "Claro que penso numa boa colocação, mas, acima de tudo, espero não me machucar. Afinal, são 500 quilômetros. É uma prova longa e muito difícil para qualquer competidor", afirma ele. Rafael Reyes - Canon Quasar Lontra Na opinião de Rafael, a principal dificuldade no Eco-Challenge será superar a eficiência dos estrangeiros. "Eles estão mais habituados a este tipo de competição do que os brasileiros, principalmente no que diz respeito à água, com a utilização de remos. Mesmo assim estamos confiantes e queremos chegar entre os 20 primeiros", conta o tenente. Marina Verdini - Canon Quasar Lontra A principal preocupação de Marina para este Eco-Challenge é conseguir chegar bem até o final da competição. "Em segundo plano gostaria de ficar entre os 10 primeiros colocados. "Não estamos tão longe assim do nível das equipes internacionais", diz Marina. Karina Bacha - AXN Atenah Brasil Esta é a segunda vez que Karina participa do Eco-Challenge. A primeira foi no ano passado quando conquistou a 38ª oitava posição na prova da Nova Zelândia. Karina quer aproveitar a experiência com ioga para obter maior concentração na prova e garantir uma boa convivência com a equipe. "Ficar tanto tempo junto gera um desgaste que nem a equipe percebe, mas é o que pode atrapalhar muito o desempenho de todos", afirma. Eleonora Audrá - AXN Atenah Brasil Esta é também é a segunda vez que Eleonora participa de um Eco-Challenge. A primeira foi em 2001, na Nova Zelândia, onde conquistou o 38º lugar. Na edição deste ano, nas Ilhas Fiji, a atleta quer aproveitar a experiência passada para melhorar a colocação. |